Archive for webdesign

Esta vida de webdesigner…

Dois dias passados à volta de um site, um a monta-lo, e o outro a torná-lo correctamente visivel em 3 browsers, e validar… depois de muito desespero e instintos assassinos a virem ao de cima por todos os lados, está (espero eu), terminado! Pior que o IE6 só mesmo o IE6 e o 7 juntos.. :P
Entretanto, um colega passou-me um link que contém um gráfico que ilustra bem o dia-a-dia de um webdesigner. Simplesmente genial!

E fiquei agora a saber que não à FOWD para ninguém… esgotou e eu não fui a tempo de me registar… Merda!

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@media 2007 - aí está ela outra vez!

@media 2007 londres

Vai ter lugar em Londres, como nos dois anos anteriores, com a novidade de este ano, ter-se estendido a mais duas conferências, a acontecerem em S. Francisco e em Hong Kong semanas antes.

Esta é uma das mais importantes conferências a que os profissionais da web podem assistir. Na edição deste ano vão lá estar grandes nomes da praça, como Jon Hicks, Dan Cederholm, Jason Santa Maria, Dan Webb, Molly E. Holzschlag.. isto para falar só nuns quantos, até porque a lista ainda nem sequer está completa.

Nem me vou pôr para aqui a dizer o quanto gostava de estar presente nesta conferência, acho que isso é mais do que óbvio, mas os preços são realmente proibitivos. Se me registasse agora, pagaria qualquer coisa como 600€ + IVA. That’s way out of my league!

Site da @media 

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Flash

Por volta do ano 2001/2002, andava tudo com a febre dos sites em flash. Foi na altura em que a banda larga começava a entrar em força pelas casas de muitos, servindo de desculpa para fazer sites pesadíssimos, que faziam os modems de 56Kbps chorar, chegando alguns deles, a levar quase 20 minutos a carregar…
Foi, certamente essa, a principal razão que me levou a ganhar aversão a eles desde o inicio. Passei muitas noites a tentar carregar sites em flash, raramente bem sucedida. Se há coisa mais frustrante que querer ver alguma coisa, e ter que esperar e desesperar por ela…

Essa moda permaneceu em alta durante uns tempos, mas depois começou a perder vantagem para os sites em (x)html + css, que são mais fáceis de desenvolver e actualizar, e são mais acessíveis. Os webdesigners passaram a promover uma cultura de controlo de qualidade, respeitando os padrões do W3C e da acessibilidade, porque a net não é só para alguns.
Democratizou-se também a ideia que os sites não podem levar muito mais que 4 ou 5 segundos a carregar, sob o risco de perder o visitante, ou de fazer com que ele não volte lá mais.

O flash, apesar de algumas melhorias nas ultimas versões, continua a ter inúmeros problemas de acessibilidade, tais como:

- os botões de histórico (back, forward) não funcionam se não forem programados;
- a opção de “Print” também tem que ser programada para funcionar;
- a opção de pesquisa de conteúdo não funciona;
- não dá para aumentar ou diminuir o tamanho do texto através do browser, é outra função que para existir, tem que ser programada;
- o menu do right click do rato também não funciona se não for programado para tal;
- (quando totalmente em flash) não apresenta conteúdo susceptível de ser indexado em motores de busca;
- não tem (por defeito) áreas que se possam linkar directamente através de um endereço, tem apenas um único ponto de partida, que obriga os visitantes a navegar no filme flash para chegar à área pretendida;

Intros em flash sem botão de “skip“, ou com música sem o opção de “mute“, é muito mau, faz logo querer abandonar o site!

Contudo, não estou aqui a dizer que o flash não presta, e têm havido esforços no sentido de colmatar a lacuna da acessibilidade. O flash é uma óptima tecnologia. Quando bem desenvolvida e implementada, é capaz de fazer coisas espectaculares! Por exemplo, é muito bom para fazer pequenas aplicações para complementar os sites. Outras funcionalidades relacionadas com o audio e o vídeo também estão a revolucionar a web. O problema é que requer muito trabalho e dedicação, e nem todos os webdesigners conseguem dar conta do recado. Tudo tem de ser extremamente bem pensado e o recurso ao actionscript é inevitável, o que certamente irá exigir a participação de um bom developer.

Deve-se, no entanto, evitar ao máximo o uso de flash certos tipos de sites, como os institucionais e de serviços. Já os sites de portfolio, entretenimento, demonstração de tecnologia, e streaming de vídeo, podem usar e abusar dele.

Alguns exemplos de boas aplicações do flash:
digg swarm
Flixn
Liveplasma
Yahoo Maps
YouTube

Algumas galerias de sites xhtm+css:
CSS Elite
CSS Import
CSS Reboot
CSS Remix
CSS Vault
CSS Zen Garden

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